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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Mnemônico! Decorando com maior rapidez

Mne o quê? Mistura de Miney com Mônica?...Poderia até ser...dependendo de sua criatividade e se você necessitasse disso para memorizar esses dois nomes.

Autoria do Professor André Luiz do Ponto dos concursos

Bem, o mnemônico certamente é conhecido por muitos, mas claro nem todos conhecem essa técnica, ou pior, nem todos tiram proveito dela, por pensar que seja inadequada ou até mesmo inútil. Porém, essa forma de memorização é bastante eficaz quando queremos memorizar um conjunto de palavras ou termos, em sequência ou não, de forma rápida e, se bem realizada, de modo que fixe e mantenha-se na memória por muito tempo.

Vamos a um exemplo clássico. Já ouviu falar de Reficlorfagees???
Pois bem...no ensino médio havia estudado sobre a classificação dos seres vivos...e pra ser sincero nem aprendi e nem memorizei...no entanto quando tive que realizar o vestibular precisava dominar, nem que fosse um pouco, este conteúdo de Biologia. Para entender a classificação de alguns seres vivos necessitava memorizar a forma de classificação...e deveria sabe-la nesta respectiva sequência:

1. Reino
2. Filo
3. Classe
4. Ordem
5. Família
6. Gênero
7. Espécie

Pelo pouco que lembro...rs...como um tanto de outras pessoas...tinha muita dificuldade de memorização - ainda tenho mas não tanta mais - pois já tinha problemas de distúrbio do sono e DDA (Distúrbio de Deficit de Atenção) e não sabia, logo ter atenção, concentrar e memorizar algo era uma tarefa árdua. Mais difícil seria memorizar as mesmas palavras em uma certa ordem ou sequência. Porém, eis que surge o mnemônico...não me lembro bem, mas acho que um professor do vestibular falou sobre...mas rapidamente...logo com tais palavras criei outra palavra: REFICLORFAGEES...então além de memorizar cada palavra, ainda fixei uma ordem a elas. Como? Simples!

Para cada palavra escolhi como referência as duas primeiras letras iniciais, logo:

Para palavra Reino - RE
Para palavra Filo - FI
Para palavra Classe - CL
Para palavra Ordem - OR
Para palavra Família - FA
Para palavra Gênero - GE
Para palavra Espécie - ES

Portanto com as duas primeiras iniciais, na ordem com que se apresentam criei o mnemônico: RE-FL-CL-OR-FA-GE-ES

É importante, mas não imprescindível, que você estabeleça um padrão para criar seu mnemônico, pois isso irá facilitar sua compreensão quando for decifrar seu mnemônico. Neste exemplo o padrão estabelecido é a utilização das duas letras iniciais das palavras. No entanto, lembre-se que isso não é fundamental, mas é mais uma maneira de organizar a sua idéia e não se perder quando for necessário esmiuçar seu próprio mnemônico. A formação de padrões diminuirá a possibilidade de acontecer a seguinte situação:

 - Ih! Lembro o mnemônico, mas não lembro o que ele significa!

Você pode pensar que estará perdendo tempo com essa técnica, ou que é bastante difícil, porém a prática nos estudos vai lhe trazer conforto e segurança com o tempo. Utilizei esse método bastante...e ainda utilizo...e quer saber se funcionou? Consegui utilizar o método em algumas questões de vestibular e concurso, tanto de forma direta como indireta...e deu certo.
Extraído de http://www.concursospublicos.pro.br/duvida-do-candidato/tecnicas-mnemonicas-memoria-memorizar-concursos-publicos-preparacao-aprendizagem-estudos em 15 de julho de 2011.
 
O mnemônico pode ser usado por meio de formação de palavras, como vimos, ou até mesmo como orações, o que ficará para a próxima postagem.

Para terminarmos que tal alguns exemplos?

- SOCIDIVALPLUS: Fundamentos da Constituição Federal (artigo primeiro);
- PÁPÉPÓ -  os monossílabos tônicos são acentuados quando formados com as vogais A, E, O;
- CONGAERRAPRO - os objetivos fundamentais da Constituição Federal (artigo terceiro).

Bons estudos.
 
Fonte:  http://euestudo.blogspot.com.br/2011/07/mnemonico.html
 
 


 

Mnemônica–como ajudar sua memória

memoUma mnemónica é um auxiliar de memória. São, tipicamente, verbais, e utilizados para memorizar listas ou fórmulas, e baseiam-se em formas simples de memorizar maiores construções, baseados no princípio de que a mente humana tem mais facilidade de memorizardados quando estes são associados a informação pessoal, espacial ou de carácter relativamente importante, do que dados organizados de forma não sugestiva (para o indivíduo) ou sem significado aparente. Porém, estas sequências têm que fazer algum sentido, ou serão igualmente difíceis de memorizar.

Entendemos então que podemos criar recursos e fazer links para que consigamos recordar a matéria nova. Os recursos mnemônicos podem ser sugeridos pelo professor ou cada aluno poderá criar aqueles que irão funcionar para ele.
Para decorar os nomes dos imperadores romanos, por exemplo, e a ordem em que entraram no poder na Roma Antiga, minha professora de história passou algumas palavras para que decorássemos:
CESARION – CLANEGALO – VIVESTIDO
Cada sílaba dessas palavras corresponde à primeira sílaba do nome de um dos imperadores da Roma Antiga, na ordem em que estiveram no poder. Só para ter uma ideia da força desses recursos, isso foi há 40 anos e até hoje não me esqueci do nome dos imperadores ou da ordem em que estiveram no poder. Mesmo que eu raramente tenha usado essas informações elas ficaram “cravadas” em minha memória e acho que até a hora de minha morte (que espero que aconteça só daqui a mais uns 40 anos) imagino que serei capaz de puxar pela memória e acessar essa informação.
Quando ensino os possessivos para os alunos que estão começando a estudar inglês e eles têm dificuldade para lembrar qual se refere a ele (dele = his) ou ela (dela = her) eu escrevo no quadro:
mulher
A partir de então eles não se esquecem mais e não cometem mais erros nas tarefas ou provas.
Utilizo esses recursos para ensinar o nome das moedas americanas, a ordem dos adjetivos (até 6 deles), e vou sempre procurando formas mais fáceis para que meus alunos memorizem a informação importante. Alguns recursos “herdei” de alunos que também tinham o hábito de associar a informação nova à informação já retida na memória como forma de facilitar sua memorização.
Alguns professores utilizam poesias, acrósticos, e eu também uso formas verbais, o aluno associa uma palavra a um som da língua portuguesa, assim não terá dificuldades para repetí-lo quando necessário.
Você pode criar seus próprios recursos para decorar nomes, datas, fórmulas e outra informação que você achar difícil de reter na memória. Você pode também pedir a seu professor que a forneça, caso possível.
Falando em recursos mnemônicos, outro dia vi na internet algo sobre o “rap do verbo to be” e interessei-me pelo assunto. Infelizmente não consegui encontrar nada de concreto a respeito, só um site de um professor que promovia concursos com os alunos e premiava os que criavam uma música que ajudasse a lembrar as regras de uso e formação do verbo, mas vou continuar procurando.
Talvez fosse interessante criar uma seção no blog só com esses recursos nas áreas onde se concentram os maiores problemas para os alunos, não sei… estou aberta a sugestões e prometo ir publicando as que for me lembrando ou criando. Sintam-se à vontade para partilhar conosco as que você conhece ou já utilizou.

Fonte: Wikipédia

Técnicas Mnemônicas na Preparação para Concursos Públicos

Por  •  18 jan 2011  •  Aprendizagem, Como se Preparar  •  10 Comentários
Técnicas Mnemônicas e Concursos Públicos 
 
 
O que você acha das técnicas mnemônicas? Já adotou, pesquisou ou ouviu comentários sobre o referido recurso, enquanto estratégica de estudo no processo de preparação para concursos públicos? A abordagem deste tema, com a apresentação de conceitos, ponderações e provocações à reflexão, consiste no objeto do presente texto.
Primeiramente, é preciso que se entenda que existem diversos modelos teórico-científicos e paradigmas para explicar o espetacular fenômeno da aprendizagem humana. Dentre estes, considerando o objetivo do texto, destaco uma construção de grande relevância para a compreensão dos processos de apropriação intelectual de conhecimentos e informações, aplicáveis à preparação para concursos públicos. Trata-se da idéia que distingue a aprendizagem mecânica da aprendizagem de significados.

Na aprendizagem mecânica não há compreensão de sentido quanto ao objeto de conhecimento apropriado. Já na aprendizagem de significados, ocorre a compreensão de sentido na apropriação do conhecimento, principalmente por meio do domínio de antecedentes lógicos, assim denominados âncoras da aprendizagem.
Considerando estas premissas, venho sustentado a existência de um terceiro conceito, no qual se encaixam as técnicas mnemônicas. Trata-se daquilo que venho denominando de aprendizagem relativamente mecânica ou relativamente de significado. O fundamento deste conceito é que há algum sentido no processo de apropriação da informação. Porém, este sentido não corresponde à essência real do objeto de conhecimento apropriado.
Destaco que exatamente esta construção foi tema de palestra que apresentei no último Simpósio Internacional da Associação Brasileira de Psicopedagogia, tendo como título “Teorias da Aprendizagem Aplicadas à Preparação para Concursos Públicos” (clique neste link Preparação para Concursos tratada como Ciência ).
Vou dar dois exemplos, um mais simples e doméstico e outro específico da preparação para concursos.
O primeiro exemplo envolve uma situação banal e corriqueira que experimentei recentemente – e ajudou a me inspirar para escrever este texto. Eu havia mudado de residência recentemente, sendo que no novo prédio a garagem de veículos conta com dois portões de entrada e saída no mesmo local, ou seja, um ao lado do outro, mas separados e independentes (um para entrada e outro para a saída). E há uma regra quanto ao portão de entrada e saída, apesar de estarem ao lado. Existe um único controle para abrir os dois portões, porém com botões distintos, mas de aparência idêntica, o que dificultava “acertar” o botão correto para o portão pretendido. Nos primeiros dias sempre fazia confusão e acabava abrindo o portão errado. Reparei que o controle tem formato relativamente retangular e os botões ficam alinhados paralelamente, um ao lado do outro, no centro do controle. Mas há uma diferença ente uma extremidade e outra do controle, sendo uma mais pontiaguda e outra mais reta.
Daí precisava de uma técnica para memorizar o botão de cada portão.
Recorri a uma técnica mnemônica simples. Criei uma pequena estória na minha cabeça, de que aquele controle seria uma arma que disparava raios (as ondas eletromegnéticas que acionam o dispositivo de recepção de sinal do portão), sendo que a parte mais pontiaguda era para atacar e a plana para defender. Assumi ainda que a entrada seria ato de ataque e a saída de defesa, o que teria algum sentido em termos de mecanismo de associação. Assim, direcionando o controle com a parte pontiaguda no momento de entrada e a parte reta no momento de saída, as posições dos botões ficam coincidentes com a posição dos portões.
Pronto! Problema resolvido, não erro mais o botão para abrir o portão pretendido. Adotei uma técnica mnemônica simples.
Considero que se trata de uma aprendizagem relativamente mecânica pois há algum sentido nas associações estabelecidas para a apropriação da informação. Eu havia desenvolvido ancoragens. Porém, as âncoras não correspondiam ao sentido real do objeto de conhecimento, sendo que, se correspondesse ao sentido real, seria uma aprendizagem puramente significativa.
Aliás, este recurso foi reiteradamente e exaustivamente adotado pelo personagem principal do filme “Quem quer ficar milionário”. Para aqueles que não assistiram, assistam após a leitura deste texto. Para os que já assistiram, reflitam à luz das ponderações apresentadas no texto.
Fugindo do exemplo doméstico e adotando um que seria mais próximo da realidade da preparação para concursos públicos, seria a memorização dos princípios constitucionais  da Administração Pública, assim previstos no art. 37 da Constituição, por meio do famoso e batido “LIMPE”. Inclusive, quem inventou o LIMPE deveria ganhar um prêmio, pois se trata de um recurso exaustivamente utilizado. E parece até que houve alguma combinação com o legislador constituinte derivado, pois no texto original da CF não havia o princípio da eficiência, o qual foi inserido no texto constitucional por meio da Emenda 19, sendo colocado exatamente após o princípio da publicidade. Esta técnica de redação normativa permitiu que a técnica mnemônica sobrevivesse, com a troca do “P” mudo pelo “PE”, garantido a integridade fonética original.
No caso, há alguma atribuição de sentido na palavra (LIMPE), que não se trata de algo totalmente abstrato, o que facilita a associação com os princípios inerentes ao dispositivo constitucional (art. 37, CF).
Porém, uma das questões fundamentais é: o LIMPE garante a capacidade de responder qualquer pergunta acerca dos princípios constitucionais da Administração Pública? Garante o desenvolvimento de uma redação? De uma questão dissertativa? Talvez não.
Por outro lado, caso o candidato ao concurso público rejeitasse a lógica da aprendizagem relativamente significativa e procurasse estudar o sentido e real de cada princípio, os quais revelariam muito sobre a lógica do Direito Administrativo, inclusive com a compreensão da evolução do Estado Patrimonial da Idade Média para o Estado Burocrático da Idade Moderna, inspirado nas construções de Max Weber, teríamos uma aprendizagem puramente significativa. Naturalmente, este segunda opção proporcionaria melhores condições para o desenvolvimento de questões mais complexas.
Daí é possível que a esta altura você esteja se perguntando: mas então, o que é melhor professor? Qual opção recomendaria?
Resposta: nenhuma! Cabe a cada candidato avaliar os caminhos mais eficientes. Como venho reitaradamente sustentando, não sou dono da verdade. Não digo o que é certo ou errado, o que é bom ou ruim. Não sou contra nem a favor de nada. Meu papel é apontar possibilidades, caminhos e provocar reflexões. Por meio de esclarecimentos e problematizações, desenvolvidas de forma séria, conjugando o científico ao empírico e consistente.
Cada opção tem seu sentido, tem seu custo-benefício, seu “trade-off”, conforme se costuma afirmar nas ciências das finanças. O que posso garantir é que não há “almoço grátis”, não há fórmula mágica ou milagrosa para passar no concurso público, bem como não acredito no êxito dos “candidatos microondas”.
Mas uma ponderação importante é que temos basicamente dois tipos de modelos de provas e questões. Existem as conteudistas e as operatórias. As provas conteudistas apenas exigem a mobilização de um conceito, ao passo que as operatórias apresentam problemas, concretos ou teóricos, a exigir a solução por parte do candidato.
Assim, uma hipótese com a qual venho trabalhando é de que as técnicas mnemônicas podem ser de grande utilidade para a solução de questões conteudistas em provas objetivas. Já para as questões operatórias, principalmente em provas dissertativas, não contam com a mesma eficácia.
Não estou a sustentar que as técnicas mnemônicas não contam com utilidade. Seguramente muitos candidatos já alcançaram pontos importantes em provas com a utilização deste recurso. E confesso que, mesmo sem a clareza científica que tenho atualmente sobre os modelos, paradigmas e conceitos relacionados à aprendizagem, ou seja, já adotei o referido recurso mnemônico como candidato e obtive pontos em provas.
Contudo, considero que não seja este o único caminho a garantir a aprovação.
Dessa maneira, diante de todas as ponderações apresentadas, em caráter inicial e preliminar, tenho duas considerações finais: (1) não ignore a utilidade que as técnicas mnemônicas podem ter no seu processo de preparação para o concurso público; (2) saiba que a adoção das técnicas mnemônicas contam com um custo cognitivo e não são fórmulas mágicas que garantam a aprovação.
Bons estudos e não se esqueça de continuar acessando o blog!
PS1: se preciso, use uma técnica mnemônica, nem que seja me transformando em um monstro que castiga os candidatos que ficam sem acessar o blog!
PS2: agradeço as sugestões para a versão final deste texto do amigo Fontenele, articulista do Blog do Concurseiro Solitário.



Blog do professor Rogério Neiva

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Técnicas de Memorização

Como nossa memória trabalha?

Nós pensamos com desenhos

Para provar que nós pensamos com desenho, faça
o que eu falo:

• não pense em sorvete • não pense em bicicleta • não pense numa roda gigante
 E aí, o que aconteceu? Você pensou nestas coisas mesmo sendo-lhe pedido que não pensasse, por quê? Porque nossa memória não registra a palavra não, mas registra o desenho. Então, nós pensamos com desenhos. Agora, descreva sua casa. Certamente, para essa descrição você usou palavras: minha casa é branca, tem três quartos, cozinha, dois banheiros, tem jardim etc. Estas palavras você não viu, mas você viu o desenho casa. Se lhe perguntarem de que lado está situada sua casa na rua, certamente, numa fração de segundos, você imaginará a rua de sua casa e a posição da casa. Mas não foi isso que lhe foi pedido. Este exemplo é simplesmente para mostrar-lhe como é rápido o processo de criar desenho e trocá-lo por palavras e viceversa.  Vá à rua e observe as placas de sinalização. Elas não estão escritas, não são escritas, são desenhos porque os desenhos são uma língua universal. Quando sonhamos, não sonhamos com palavras e, sim, com imagens. Para abrir um arquivo de computador antigo, era necessário datilografar uma seqüência de letras, barra e pontos; hoje, basta clicar sobre um desenho-ícone. E é isso que nós pretendemos: trocar ícones por palavras e palavras por ícones. Então, nós pensamos com desenhos. Os desenhos se movimentam. Nós pensamos com desenhos e quanto mais vivo for o desenho, quanto mais amplo, quanto mais ação houver, melhor será nossa capacidade de memorização, pois o fluxo elétrico é maior e quanto maior, ajudanos a lembrar melhor. Imagine um gato na sua sala. Imagine um gato pulando sobre os móveis de sua sala. Qual imagem registrou melhor em sua mente? Esperamos que você tenha respondido a do gato pulando sobre os móveis.

EMOÇÃO: essencial à nossa memória
Lembre-se de um acontecimento significativo em sua vida. Por que ele o marcou tanto? Certamente esse acontecimento envolve   oções fortes: alegres, assustadoras, chocantes, exageradas. Quanto mais tudo isso for, mais nossa mente registrará. Então, imagine algo e dê exagero mesmo: mais assustador, mais emocionante, mais vulgar... tudo mais. A emoção é essencial à nossa memória. Isso quer dizer que quando se quer memorizar alguma coisa tem que exagerar. Quando o nível emocional é alto, temos habilidade em lembrar melhor.

Finja que tudo faz parte da sua vida
Nossa mente não sabe a diferença entre coisas reais e imaginárias. No entanto, nosso corpo reage de forma fisiológica até por experiências que não sejam reais. Portanto, se usarmos uma aprendizagem multissensorial – auditiva, visual, olfativa, de paladar e tátil –, certamente o resultado será muito maior e melhor. Imagine você recebendo em sua casa uma enorme caixa embrulhada com papel de presente e laços de fita. Abra-a, mas, lentamente: sinta o formato da caixa, a textura do papel, o barulho, as cores desse papel, das fitas, o cheiro desse embrulho e até o gosto. Imagine e quanto mais detalhes você der ao presente, mais isso será gravado em sua mente.

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