Quanto tempo você investe no trabalho? Quanto tempo você investe em sua família? Quanto tempo você investe em seus amigos? Quanto tempo você investe em seu crescimento pessoal?
Mostrando postagens com marcador Como ser Aprovado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Como ser Aprovado. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
INVISTA MELHOR O SEU TEMPO!
Quanto tempo você investe no trabalho? Quanto tempo você investe em sua família? Quanto tempo você investe em seus amigos? Quanto tempo você investe em seu crescimento pessoal?
Férias de concurseiro. E concurseiro tem férias?
Quem tem objetivo não se afasta de suas metas. Para passar em concurso público é preciso aproveitar todo tempo para estudar.
Quem se prepara para concursos públicos estuda tanto tempo quanto pode, todos os dias. Nesta época do ano, família, amigos, e até desconhecidos estão “tirando umas férias”. Desde criança, fomos “treinados” a considerar o mês de janeiro, assim como julho, como meses de férias. E o concurseiro, também tem direito a férias?
Tem poucas horas ou só a noite para estudar para concursos? Veja dicas
Na coluna desta semana, a especialista em concursos Lia Salgado* fala sobre a importância de fazer um planejamento de estudos que possa ser cumprido.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
8 ERROS FATAIS no preparo para concursos
Para passar em um concurso público, às vezes, é preciso mais do que força de vontade. A intensa rotina de estudos é essencial, mas há outros aspectos que também devem ser observados. Há vários erros praticados por concurseiros. Estudar sem um plano de estudo a não praticar atividades físicas são alguns exemplos.
Curta no Face: https://www.facebook.com/GabaritoFinal.Concursos “Se preocupar com o preparo emocional somente dois dias antes da prova é um erro, pois não dá para tomar um calmante e correr o risco de adormecer”, explica Alexandre Maia, psicólogo e autor do livro “Preparo Emocional para Passar em Provas e Concursos”.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
5 coisas para fazer na véspera do concurso
Para alguns, a véspera do concurso público é quase sinônimo de martírio. Dia de ansiedade, nervosismo e um intermitente frio na barriga.
Mas, de acordo com especialista, algumas atitudes práticas podem afugentar essa sensação de desconforto e, melhor, aplainar o caminho para que você tenha suas emoções sob controle no dia D.
O dia que antecede a prova não é a data mais adequada para você aprender novos conceitos. Mas, sim, segundo ele (e se possível), esse é o dia para se presentear com o direito de ficar afastado dos livros.
Agora, se você é do tipo de pessoa que precisa de
[Dicas de Estudo] – Como Educar a Memória
A memória é a principal aliada de todas as atividades que fazemos todos os dias, sejam elas mentais ou físicas. Para usá-la a nosso favor é preciso treiná-la e exercitá-la para que ela não nos deixe na mão sempre que precisarmos lembrar algo importante.
A capacidade de armazenar informações está ligada à capacidade física do cérebro (saúde e bem-estar) e à capacidade de organizar dados durante o processo de aprendizagem. Ambas as capacidades estão unidas à qualidade do sono. A memória “volátil” que usamos para lembrar coisas corriqueiras seleciona tudo aquilo que é mais importante e passa para a memória permanente enquanto estamos dormindo. Por esse motivo, pessoas que têm distúrbios do sono como insônia, sonambulismo e apnéia (ronco) tem mais dificuldade de concentração e mais problemas de esquecimento. Nestes casos, a ajuda médica é indispensável.
Lembrar das coisas também está ligado à inteligência, à habilidade de armazenamento e ao interesse sobre o assunto. Se uma pessoa não gosta de uma determinada matéria da escola, provavelmente terá muita dificuldade em aprendê-la e memorizá-la, pois o seu cérebro descarta as informações relacionadas por considerá-las “voláteis”.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Como proceder diante de provas do tipo: questões erradas anulam questões certas?
O que é melhor fazer diante de provas do tipo “certo / errado”? Será que vale a pena “chutar”? Será que vale a pena deixar muitas em branco? Afinal, qual seria a melhor forma de se fazer este tipo de prova?
A questão não é tão simples. Não há uma resposta definitiva para o tema. Todavia, é importante refletir, analisar e, sobretudo, testar algumas opções a fim de que você chegue em suas próprias conclusões.
Peguemos, como exemplo, o concurso do MPU 2013, para o cargo de nível médio. O referido concurso apresentou uma prova de 120 questões. No caso, 120 afirmativas em relação as quais o candidato tinha três opções:
Peguemos, como exemplo, o concurso do MPU 2013, para o cargo de nível médio. O referido concurso apresentou uma prova de 120 questões. No caso, 120 afirmativas em relação as quais o candidato tinha três opções:
O que é preciso fazer para passar em concursos?
Quando uma pessoa decide: “quero passar em concursos”, qual deveria ser o primeiro passo desta pessoa? Geralmente, o primeiro passo de quem toma esta decisão é começar a estudar. Mas será que “começar a estudar” é o primeiro passo para ser aprovado em concursos públicos? E se não for, qual seria?
O que é preciso fazer para passar em concursos? Muitos dizem: “estudar muito”. Ocorre que estudar muito sem método é o mesmo que fazer muita academia, mas de qualquer jeito: o desgaste é grande e os resultados são pequenos.
Outros alunos pensam que “estudar muito” não é só a primeira coisa a se fazer e sim a única. É o mesmo que pensar que para emagrecer basta faze muita atividade física, somente. Todavia, os fatos mostram que tal não funciona.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Quantas horas devo estudar?
Existe uma preocupação muito grande do concurseiro com o número ideal de horas para estudar e para dormir.Vamos direto ao ponto: não há como estudar mais de 12h por dia! Quando falo 12 h, falo integral mesmo! Não estão inclusas as pausas (almoço, lanche, aquele tempinho utilizado para atender ao telefonema da namorada, cafezinho, descanso etc). 12h PURAS (LIQUIDAS) é o máximo!
Mas aí vem a pergunta: é o ideal?
7 FONTES DE DESMOTIVAÇÃO DO CONCURSEIRO!!!!!
Da próxima vez você que olhar para um servidor público tenha certeza de que ali, muito provavelmente, já habitou um concurseiro desmotivado. “A falta de motivação é absolutamente normal. Conheço inúmeros promotores, delegados e juízes que foram concurseiros desmotivados”, diz o professor Rogério Sanches.De acordo com ele, candidatos motivados e felizes, muitas vezes, não têm noção da dificuldade que é garantir a aprovação em um concurso público. “A desmotivação é um dos obstáculos com que todo candidato vai se deparar”, diz Sanches.
A importância do cantinho de estudos
A importância do cantinho de estudos
Algo que muitos concurseiros deixam de lado e é muito importante para o estudo de qualidade é o famoso “cantinho de estudos”, ou seja, o lugar onde usualmente você irá estudar. Notem que estudar é rotina, aquela atividade que se faz dia-após-dia, todos os dias, até você ser empossado em um cargo/função pública em que finalmente possa dizer “Agora posso parar de estudar para concursos públicos!” … e para se estabelecer uma rotina de estudos eficiente e eficaz determinar seu local prioritário de estudos é indispensável.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Procrastinação: 10 dicas para controlar
Saiba mais sobre como evitar adiar o que tem que ser feito.
Procrastinação é adiar ou evitar fazer algo que você deve
fazer. É natural procrastinar ocasionalmente. No entanto, a
procrastinação excessiva pode resultar em sentimentos de culpa e
ansiedade por não cumprir uma tarefa quando deve ser feita.
Além disso, a procrastinação excessiva pode levar a um
desempenho ruim se você tentar concluir uma tarefa com pouco tempo
restante. Em suma, a procrastinação excessiva pode interferir no seu
sucesso no concurso e na vida pessoal.
Férias de concurseiro. E concurseiro tem férias?
Quem tem objetivo não se afasta de suas metas. Para passar em concurso público é preciso aproveitar todo tempo para estudar.
Quem se prepara para concursos públicos estuda tanto tempo quanto pode, todos os dias. Nesta época do ano, família, amigos, e até desconhecidos estão “tirando umas férias”. Desde criança, fomos “treinados” a considerar o mês de janeiro, assim como julho, como meses de férias. E o concurseiro, também tem direito a férias?
A maioria dos concurseiros que estuda sem se dar direito ao descanso e ao devido repouso, o fazem por temerem “perder” tempo ou sentirem-se culpados quando “deveriam estar estudando”. Mas, e se a família toda, por exemplo, vai para a praia, ficar por lá pelo menos duas semanas? Será que o concurseiro deve largar tudo e sair de férias junto com a família ou com os amigos?
terça-feira, 17 de setembro de 2013
QUAL A DESVANTAGEM DE PRESTAR MAIS DE UM CONCURSO PÚBLICO?
QUAL A DESVANTAGEM DE PRESTAR MAIS DE UM CONCURSO PÚBLICO?
Um grande erro de muitos candidatos é se tornar reféns dos editais. Ou seja, sem um propósito definido, muitos se inscrevem em todos os concursos que vêem pela frente. O risco dessa postura? Nunca estar realmente preparado para fazer a prova. Os candidatos precisam começar 2011 com objetivos claros. Afinal, a falta de critérios pode tornar a opção de fazer vários concursos uma estratégia pouco eficiente. Quem opta por prestar mais de um concurso ao longo do ano esbarra em um obstáculo estratégico: a quantidade de conteúdo para estudar pode aumentar exponencialmente. E esse cenário pode desestimular o candidato ao longo do tempo.
OS SEGREDOS E MITOS DA MEMORIZAÇÃO
OS SEGREDOS E MITOS DA MEMORIZAÇÃO
Com tanto conteúdo e disciplinas diferentes, o grande trunfo para quem presta concurso público tornou-se a memorização. Perguntas sobre como memorizar fórmulas, regras e normas, sempre foram frequentes entre os concursandos, e há quem ainda acredite em mitos da memorização. Veja alguns mitos que podem até mesmo, prejudicar os estudos:
1- Quanto mais tempo se estuda determinado assunto ou tema, mais se fixam na memória as informações. Provou-se que pausa entre os estudos são mais eficientes do que intensificá-lo sem um foco estabelecido. Temos um período de sobrecarga da memória e da aprendizagem. Por esta razão é importante, fazer pausas durante as sessões de estudo para ajudar na memorização do conteúdo ao longo prazo. Variar o local de aprendizado pode aumentar a possibilidade de recuperação de dados importantes.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
ESTRATÉGIA de estudo para ser APROVADO em concurso público
Nesse processo, há ainda a necessidade de refletir sobre o que está sendo feito no decorrer do caminho, corrigir a rota, dominar as emoções negativas e se superar até o final (sem correr o risco de deixar a chance escorregar nos 45 minutos do segundo tempo).
terça-feira, 3 de setembro de 2013
O Sono na Preparação para Concursos Públicos
Por: Prof. Rogério Neiva (juiz do Trabalho)
Seguramente você já ouviu falar dos benefícios e da importância do sono, para a saúde, para a vida em geral e mesmo para a preparação para concursos públicos. No entanto, muitas vezes encaramos tais colocações como conselhos com os quais concordamos, mas não levamos a sério e não damos a devida importância, por meio da adoção de atitudes efetivas e concretas. O objeto do presente texto consiste na abordagem deste relevante tema para o candidato que busca o êxito nos concursos públicos.
Porém, como fiz em outro texto, tratando da importância da atividade física na preparação para concursos públicos, não pretendo aqui reproduzir colocações intuitivas, genéricas e superficiais, com abordagens do tipo auto ajuda enlatada para concursos, afirmando queo sono é importante e que você deve em dormir bem, pois disso você já sabe, sendo que valorizo e respeito o seu precioso tempo.
A intenção é apresentar argumentos consistentes e fundamentados, inclusive de modo a proporcionar a compreensão de sentido, para que, a partir daí, se sinta efetivamente provocado e passe a valorizar esta relevante preocupação, adotando atitudes efetivas e concretas.
Digo isto pois, por ter vivenciado uma intensa trajetória de candidato, bem como conviver com muitos candidatos a concursos públicos, sei que geralmente não enxergamos os custos e ônus envolvidos em atitudes que, aparentemente, possam colaborar com a busca da aprovação. Muitas vezes agimos de forma desesperada e até irracional para estarmos na lista de aprovados.
Inclusive, é exatamente isto que leva muitos candidatos à busca de soluções mágicas e milagrosas, as quais vendem a idéia de que nosso cérebro é uma máquina que pode ter seu “Hard Disk” ampliado e até “turbinado”.
Neste sentido, a tese do presente texto é de que a preocupação com o sono, no processo de preparação para concursos públicos, não se trata de uma questão de conselho médico, voltado ao cuidado com a saúde e desvinculado da preocupação com a aprovação. Trata-se de uma condição fundamental para o alcance de êxito nas provas.
Vamos aos fundamentos.
Existem diversas construções, estudos e pesquisas, de credibilidade acadêmica e científica, para justificar a presente tese.
Uma primeira idéia consiste no fato de que dormir significa paralisar momentaneamente a recepção de estímulos. Ou seja, significa paralisar a atividade cognitiva de captura de informações. Não é preciso o domínio de conceitos neurocientíficos para concluir que isto tende a valorizar o que foi capturado no estado de vigília.
Vale também registrar que a preocupação com o estudo da relação entre memória e sono existe há décadas. Porém, recentemente, algumas pesquisas passaram a demonstrar que tanto nosono paradoxal, o qual conta com uma intensa atividade cerebral e também é chamado de sono REM, bem como no sono lento (não REM), ocorre uma atividade de consolidação de memórias. Apenas a título de ilustração, um estudo chefiado pelo Prof Pierre Maquet, com o uso do “Pet Scan” (tomografia por emissão de pósitrons), mostrou que as mesmas áreas cerebrais ativadas em momentos anteriores ao sono eram ativadas durante o sono.
Outro estudo relevante, chefiado por um pesquisador chamado Jan Bom, mostrou que no sono paradoxal as memórias motoras são mais ativadas, ao passo que no sono lento as memórias declarativas, as quais envolvem a retenção de dados conceituais e informativos, contam com atividade mais intensa. Vale dizer que as memórias declarativas encontram-se mais próximas da realidade do que o candidato a concursos públicos deve se apropriar intelectualmente. Porém, o mais importante deste estudo foi mostrar que no sono lento também há a atividade de consolidação de memória.
No livro que publiquei recentemente pela Ed Método, tratando do tema da preparação para concursos (Como se Preparar para Concursos Públicos com Alto Rendimento), menciono argumento da neurocientista brasileira Suzana Herculao Houzel, a qual sustenta que durante o sono entra em ação a atividade de seleção e descarte de informações. Ou seja, o nosso “equipamento biológico” funciona descartando o que é irrelevante e retendo o que é tido por relevante. Por isto que episódios traumáticos muitas vezes contam com dificuldades para serem cognitivamente descartados.
Aliás, aproveito para lembrar que a referida autora, na sua obra “O Cérebro Nosso de Cada Dia” (Ed Vieira&Lent), menciona estudo no qual cobaias foram estimuladas a não dormir, inclusive com a fixação dos olhos abertos. Obviamente que vieram a falecer. Contudo, o comprometimento da sobrevivência começou com a desregulação da temperatura do corpo, depois caminhando para processo de falência dos órgãos.
Cuidado para que não tenha o mesmo fim!
Portanto, dormir não é uma questão de seguir conselho médico. É uma condição fundamental à aprovação!
Durante a minha trajetória de candidato, houve uma ocasião na qual sonhei com o instituto da intervenção de terceiros, inerente ao Direito Processual Civil. Daí percebi o quanto havia consolidado aquela informação, o que inclusive, no plano consciente, me proporcionou mais segurança sobre o tema, até então tido por precariamente apropriado.
Porém, não ache que isto significa que estudar durante o sono, por exemplo ouvindo informações em áudio, tem o mesmo efeito. Existem estudos que mostram que não! A dinâmica ideal é estudar em vigília e dormir para consolidar memórias. E no caso das declarativas, valorizando o sono lento.
Portanto, ao se preparar para concursos públicos, dormir não é apenas uma questão de saúde e bem estar. Trata-se de condição necessária à apropriação intelectual das informações passíveis de solicitação no momento da prova.
Espero que esteja convencido e possa dormir tranqüilo, com a convicção de que não está jogando seu tempo fora.
Bom estudo e bom sono para consolidação de memórias declarativas!
Seguramente você já ouviu falar dos benefícios e da importância do sono, para a saúde, para a vida em geral e mesmo para a preparação para concursos públicos. No entanto, muitas vezes encaramos tais colocações como conselhos com os quais concordamos, mas não levamos a sério e não damos a devida importância, por meio da adoção de atitudes efetivas e concretas. O objeto do presente texto consiste na abordagem deste relevante tema para o candidato que busca o êxito nos concursos públicos.
Porém, como fiz em outro texto, tratando da importância da atividade física na preparação para concursos públicos, não pretendo aqui reproduzir colocações intuitivas, genéricas e superficiais, com abordagens do tipo auto ajuda enlatada para concursos, afirmando queo sono é importante e que você deve em dormir bem, pois disso você já sabe, sendo que valorizo e respeito o seu precioso tempo.
A intenção é apresentar argumentos consistentes e fundamentados, inclusive de modo a proporcionar a compreensão de sentido, para que, a partir daí, se sinta efetivamente provocado e passe a valorizar esta relevante preocupação, adotando atitudes efetivas e concretas.
Digo isto pois, por ter vivenciado uma intensa trajetória de candidato, bem como conviver com muitos candidatos a concursos públicos, sei que geralmente não enxergamos os custos e ônus envolvidos em atitudes que, aparentemente, possam colaborar com a busca da aprovação. Muitas vezes agimos de forma desesperada e até irracional para estarmos na lista de aprovados.
Inclusive, é exatamente isto que leva muitos candidatos à busca de soluções mágicas e milagrosas, as quais vendem a idéia de que nosso cérebro é uma máquina que pode ter seu “Hard Disk” ampliado e até “turbinado”.
Neste sentido, a tese do presente texto é de que a preocupação com o sono, no processo de preparação para concursos públicos, não se trata de uma questão de conselho médico, voltado ao cuidado com a saúde e desvinculado da preocupação com a aprovação. Trata-se de uma condição fundamental para o alcance de êxito nas provas.
Vamos aos fundamentos.
Existem diversas construções, estudos e pesquisas, de credibilidade acadêmica e científica, para justificar a presente tese.
Uma primeira idéia consiste no fato de que dormir significa paralisar momentaneamente a recepção de estímulos. Ou seja, significa paralisar a atividade cognitiva de captura de informações. Não é preciso o domínio de conceitos neurocientíficos para concluir que isto tende a valorizar o que foi capturado no estado de vigília.
Vale também registrar que a preocupação com o estudo da relação entre memória e sono existe há décadas. Porém, recentemente, algumas pesquisas passaram a demonstrar que tanto nosono paradoxal, o qual conta com uma intensa atividade cerebral e também é chamado de sono REM, bem como no sono lento (não REM), ocorre uma atividade de consolidação de memórias. Apenas a título de ilustração, um estudo chefiado pelo Prof Pierre Maquet, com o uso do “Pet Scan” (tomografia por emissão de pósitrons), mostrou que as mesmas áreas cerebrais ativadas em momentos anteriores ao sono eram ativadas durante o sono.
Outro estudo relevante, chefiado por um pesquisador chamado Jan Bom, mostrou que no sono paradoxal as memórias motoras são mais ativadas, ao passo que no sono lento as memórias declarativas, as quais envolvem a retenção de dados conceituais e informativos, contam com atividade mais intensa. Vale dizer que as memórias declarativas encontram-se mais próximas da realidade do que o candidato a concursos públicos deve se apropriar intelectualmente. Porém, o mais importante deste estudo foi mostrar que no sono lento também há a atividade de consolidação de memória.
No livro que publiquei recentemente pela Ed Método, tratando do tema da preparação para concursos (Como se Preparar para Concursos Públicos com Alto Rendimento), menciono argumento da neurocientista brasileira Suzana Herculao Houzel, a qual sustenta que durante o sono entra em ação a atividade de seleção e descarte de informações. Ou seja, o nosso “equipamento biológico” funciona descartando o que é irrelevante e retendo o que é tido por relevante. Por isto que episódios traumáticos muitas vezes contam com dificuldades para serem cognitivamente descartados.
Aliás, aproveito para lembrar que a referida autora, na sua obra “O Cérebro Nosso de Cada Dia” (Ed Vieira&Lent), menciona estudo no qual cobaias foram estimuladas a não dormir, inclusive com a fixação dos olhos abertos. Obviamente que vieram a falecer. Contudo, o comprometimento da sobrevivência começou com a desregulação da temperatura do corpo, depois caminhando para processo de falência dos órgãos.
Cuidado para que não tenha o mesmo fim!
Portanto, dormir não é uma questão de seguir conselho médico. É uma condição fundamental à aprovação!
Durante a minha trajetória de candidato, houve uma ocasião na qual sonhei com o instituto da intervenção de terceiros, inerente ao Direito Processual Civil. Daí percebi o quanto havia consolidado aquela informação, o que inclusive, no plano consciente, me proporcionou mais segurança sobre o tema, até então tido por precariamente apropriado.
Porém, não ache que isto significa que estudar durante o sono, por exemplo ouvindo informações em áudio, tem o mesmo efeito. Existem estudos que mostram que não! A dinâmica ideal é estudar em vigília e dormir para consolidar memórias. E no caso das declarativas, valorizando o sono lento.
Portanto, ao se preparar para concursos públicos, dormir não é apenas uma questão de saúde e bem estar. Trata-se de condição necessária à apropriação intelectual das informações passíveis de solicitação no momento da prova.
Espero que esteja convencido e possa dormir tranqüilo, com a convicção de que não está jogando seu tempo fora.
Bom estudo e bom sono para consolidação de memórias declarativas!
Fonte: Blog do Prof. Rogério Neiva
SAIBA COMO EVITAR PROBLEMAS DE CONCENTRAÇÃO DURANTE OS ESTUDOS
|
De acordo com a especialista, esses fatores interferem na capacidade de manter o foco nos estudos e podem ser resolvidos com planejamento e organização.
Falta de prioridades
Segundo Lia, quando o candidato não define o foco, o cérebro fica sem saber se deve apenas pensar no estudo ou também em outras tarefas que devem ser realizadas. A especialista lembra que é importante definir o horário de início e fim do estudo e como serão os intervalos.
"Dessa forma você informa ao cérebro que depois daquele horário ele poderá cuidar das outras tarefas", ressalta.
Para manter o cronograma, o candidato deve fazer um quadro de horários com planejamento das matérias por mês para definir as prioridades durante o período de estudo.
Monotonia"Imagina se eu fizer vídeos falando baixo, com o mesmo tom de voz e sem me mexer. Será que você ficaria aqui comigo ou iria embora? A mesma coisa acontece se você resolver estudar somente lendo a matéria. Vai dando um sono e isso é ótimo para quem tem problema para dormir", diz Lia.
Segundo ela, os candidatos devem ter uma postura ativa diante do estudo. A especialista sugere a leitura da teoria e, logo após o término do conteúdo, a realização de exercícios com consulta. "Assim, você está se mexendo e mantém o cérebro atento ao trabalho realizado." http://bit.ly/14jWeRS
Ao terminar o estudo de cada disciplina, o candidato precisa rever o conteúdo para fazer as fichas-resumo. "No concurso público, precisamos de sucessivas repetições para fixar o conteúdo", diz. Com essa estratégia, o estudo ficará mais dinâmico e o cérebro ficará atento e interessado.
Necessidades fisiológicas
Fome, sono, sede, calor, frio e vontade de ir ao banheiro podem atrapalhar o estudo, já que é difícil para o cérebro manter a concentração com demandas físicas que solicitam atenção e solução.
"O ideal é que você se organize para que antes do horário de estudar tudo isso esteja resolvido", afirma Lia.
Agora, se durante o período de estudo acontecer algum imprevisto, a especialista ressalta que é preferível que o candidato interrompa o estudo e resolva o desconforto para voltar e seguir com mais qualidade.
Fonte: G1 – Lia Salgado - http://glo.bo/11XMOcn
domingo, 1 de setembro de 2013
Estratégia de estudo para ser aprovado em concurso
O advogado Nelson Edy Rittmann Jr. seguiu a metodologia e conseguiu a almejada aprovaçãoFoto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS
Especialista elaborou programa que orienta a quem deseja passar em uma seleção
Qualquer que seja o projeto, algumas etapas serão inevitáveis até que se atinja o objetivo final. Se essa meta for passar em um concurso público, certamente o candidato irácomeçar pela fase da decisão, depois a do planejamento. Em algum momento vai errar e caberá a ele perseverar mesmo quando os resultados não forem os esperados.
Nesse processo, há ainda a necessidade de refletir sobre o que está sendo feito no decorrer do caminho, corrigir a rota, dominar as emoções negativas e se superar até o final (sem correr o risco de deixar a chance escorregar nos 45 minutos do segundo tempo).
Para vencer a ansiedade, o desânimo que surge após alguns resultados ruins e o bloqueio de seguir em frente, o psicólogo e coach para concursos Flávio Ribeiro de Paiva elaborou uma metodologia com 10 passos essenciais a serem seguidos por quem quer se tornar um funcionário público (veja o quadro).
— Passar em um concurso é um projeto grande que exige estratégias complexas. Pela minha experiência, observo que as pessoas que conseguem passar são aquelas que seguem o planejamento e não perdem o foco. Outro erro comum é deixar de lado os outros aspectos da vida, achando que vai conseguir recuperar o tempo perdido mais tarde — analisa Paiva.
Conciliar os estudos com os aspectos pessoais, no entanto, exige consciência e disciplina. De acordo com o psicólogo Fernando Elias José, especialista em psicoterapia cognitivo comportamental, o segredo é se entregar por inteiro em cada momento da vida, seja estudando, seja com a família ou no trabalho.
— Se a pessoa for organizada para dar conta de seus compromissos e souber cumprir uma agenda, o próximo passo é começar a incluir a família e as atividades de lazer nesse roteiro. A frequência do estudo deve ser feita a partir de um planejamento baseado em metas reais e de acordo com o estilo de vida de cada um. Se a pessoa se organizar para estudar uma hora por dia, por exemplo, deverá fazer isso todos os dias, pois, dessa maneira, estará educando seu cérebro para essa rotina de estudos — explica o psicólogo.
Na avaliação do promotor de Justiça e especialista em concursos públicos, Norberto Avena, os aprovados costumam ser aqueles que se dedicam mais:
— Geralmente, quem passa não é nenhum gênio, mas aquele que persevera — conclui Avena.
Planejamento que leva ao sucesso
Há cerca de seis anos, o advogado Nelson Edy Rittmann Jr., 32 anos, busca uma vaga pública. Cansado de ver as oportunidades lhe escaparem, decidiu no ano passado seguir o planejamento de 10 passos e conseguiu ser aprovado para o cargo de juiz do Tribunal de Justiça do Estado.
— Depois que comecei a me orientar por meio dessa metodologia, as coisas passaram a dar certo para mim. Eu percebi, por exemplo, que de nada adiantava parar a minha vida para somente me dedicar aos estudos. Foi então que comecei a trabalhar no MinistérioPúblico Estadual e a organizar melhor meu tempo. Estou me preparando para assumir no TJ em breve e ainda pretendo prestar o concurso da Defensoria Pública no ano que vem — conta Nelson.
Estratégias de estudo para a aprovação
Decisão - Muitos candidatos não avaliam cenários, não buscam alternativas, não entendem que a decisão por uma seleção pública vai engajá-lo em uma disputa acirrada com outras pessoas altamente preparadas. Quando a decisão é fraca ou confusa, não há como se manter alinhado a uma meta, pois ela não existe com clareza.
Planejamento — Pensar em parar de trabalhar e começar a estudar 12 horas por dia não é um plano. Para traçar um planejamento viável, se deve avaliar diversos aspectos, como: quanto tempo vou investir nesse projeto? O que eu já tenho feito para atingir meu objetivo? Como posso mudar o que está dando errado? O que eu preciso para botar meu o meu plano em ação?
Erro — O candidato precisa aceitar que ele vai errar em alguma das etapas da sua preparação. Mas precisa utilizar isso para avaliar seus padrões de pensamento e comportamento.
Persistência — Muitos ficam pelo caminho porque não entendem que persistência está mais ligada a estratégias de ação do que à motivação. Esse interesse é apenas umas das etapas do processo. É preciso desenvolver estratégias para sair da zona de conforto.
Correção do planejamento - Esse é o meio do caminho, os outros passos eram os alicerces. Esta é a hora de pisar no chão. Momento de, a partir de esclarecimentos colhidos nas etapas anteriores, reorganizar-se. Levando em consideração a sua decisão e os seus erros, aprender o que fazer para não cair nas antigas armadilhas que o impediam de alcançar seus objetivos.
Visão de futuro — Esse é o momento em que o candidato cria a visão do que quer: como quer estudar, como quer se sair na prova, qual o cargo que pretende alcançar, como deseja que sua vida seja antes, durante e depois da aprovação. E, assim, reunir os recursos necessários para transformar essa visão em realidade.
Controle das emoções negativas — Ciente de que os pensamentos e sentimentos ruins surgirão, é necessário criar técnicas para superá-los.
Controle da rotina — Nesse passo, o candidato aprende a ter domínio sobre esses problemas e entende que a vida não para quando está estudando para um concurso. Está enganado quem pensa que irá recuperar o tempo perdido.
Concentração e foco — A concentração é voluntária. Se o candidato não consegue se focar é porque houve falha em um dos passos.
Pré-aprovação — Muitos relaxam nessa etapa e acabam perdendo o foco. Avalie se vale a pena se inscrever em outro concurso só porque o edital foi lançado antes daquela seleção que é seu objetivo maior, por exemplo.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Conheça os ESTILOS das principais bancas de concurso público
Professores e especialistas em concursos públicos são unânimes em afirmar que conhecer as particularidades da banca examinadora conta pontos a favor dos concurseiros. Confira o perfil das 6 grandes bancas examinadoras de concursos públicos: Fundação Carlos Chagas, Cesgranrio, Cespe, FGV, Vunesp e Esaf.
“O candidato que conhecer o estilo da banca, suas exigências e nível de dificuldade, estará mais preparado para a prova, fugindo de erros e surpresas”, diz Pedro Moura, presidente do Grupo Nova, especializado em material didático para concursos.
Pensando nisso Exame.com foi investigar o perfil das seis principais bancas examinadoras. Confira as características mais marcantes de cada uma delas e as dicas para se dar bem na suas seleções para a carreira pública:
1) Fundação Carlos Chagas (FCC) Realiza concursos federais, estaduais e também municipais. As questões geralmente são bastante objetivas, e mesmo que sejam extensas, não têm muito mistério, segundo Isis Cordiola Agostin, revisora do grupo Nova.
Candidatos devem ficar atentos com as provas de português e de direito que são bem equilibradas e exigem um grau de análise e conhecimento literal às leis. “Em Direito, a FCC cobra bastante letra da lei em questões que podem apresentar casos”, diz ela.
Geralmente nenhum item do edital é deixado de fora da prova. A apresentação das questões é objetiva. Uma “pegadinha” que pode atrapalhar os concurseiros mais desatentos está nos enunciados das questões de múltipla escolha. “Eles costumam pedir para o candidato assinalar a alternativa incorreta, e acabam pegando muita gente nesse detalhe”, diz Isis.
Dica: Decore leis e treine bastante a escrita de redações. “É interessante o candidato praticar com provas anteriores porque a forma da questão geralmente é a mesma, não muda muito de um concurso para outro”, indica Isis.
2) Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da UNB (Cespe) É, de longe, a mais temida pelos concurseiros. Realiza concursos do Banco do Brasil e é a banca examinadora do concurso de analista e técnico do Banco Central, que está com inscrições abertas.
“As questões são multidisciplinares e complexas”, diz Isis. A prova de português geralmente é bastante longa e cansativa, segundo ela.
O Cespe aposta em questões em que é preciso assinalar certo e errado nos enunciados e isso pede atenção redobrada dos candidatos. Isso porque a banca anula a questão inteira se o concurseiro errar apenas parte da resposta. “Por isso, é melhor evitar chutes porque há risco de diminuir os pontos”, diz a revisora do Grupo Nova.http://bit.ly/1fn5Vnw
Além disso, os concurseiros devem estar afiados em atualidades. “O Cespe cobra muita jurisprudência, ele querem que o candidato esteja sempre muito atualizado”, diz ela.
Dica: Pratique a leitura rápida e concentrada para não perder muito tempo de prova lendo enunciados. “Isso só é possível com muito treino”, lembra Isis. Aposte em simulados com perguntas de alternativas.
3) Cesgranrio
Costuma realizar os concursos da Petrobras, de bancos, do IBGE e atualmente está fazendo a seleção da Liquigás.
Costuma realizar os concursos da Petrobras, de bancos, do IBGE e atualmente está fazendo a seleção da Liquigás.
O nível de cobrança é médio e é conhecida como uma banca metódica com provas separadas por matérias. “As questões são parecidas com as da Fundação Carlos Chagas, com a cobrança de texto de lei e enunciados não tão complexos quanto os do Cespe”, diz Isis.
Aposta e gráficos e imagens nas questões de atualidades, raciocínio e de interpretação.
“A prova de inglês é considerada difícil, e o candidato deve ficar atento às questões de interpretação de texto”, diz Isis.
“A prova de inglês é considerada difícil, e o candidato deve ficar atento às questões de interpretação de texto”, diz Isis.
Dica: Pratique com provas de concursos anteriores, a banca costuma cobrar questões antigas.
4) Fundação Getúlio Vargas (FGV) Faz concursos de câmaras municipais, da Polícia Civil do Rio de Janeiro e secretarias. É a banca responsável pela prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
“É uma banca imprevisível, não tem padrão, munda muito de uma prova para outra”, diz Isis. Mas, ela destaca algumas características que são mais frequentes. “Traz texto longos para interpretação de texto e gramática. Na parte de direito tem cobrado casos práticos e, questões multidisciplinares envolvendo também texto de lei”, diz Isis.
“É uma banca imprevisível, não tem padrão, munda muito de uma prova para outra”, diz Isis. Mas, ela destaca algumas características que são mais frequentes. “Traz texto longos para interpretação de texto e gramática. Na parte de direito tem cobrado casos práticos e, questões multidisciplinares envolvendo também texto de lei”, diz Isis.
Dica: Estude bastante o edital, não deixe nenhum item de fora. “Pode cobrar até nota de rodapé”, diz Isis. Preste atenção às bibliografias exigidas porque elas são cobradas também. Aposte em exercícios variados.
5) Vunesp Responsável pelos concursos da Polícia Civil paulista, tribunais de justiça, Cetesb, prefeituras paulistas, entre outros. Em setembro, os candidatos do concurso do Detran vão realizar provas elaboradas pela Vunesp.
“A prova de português costuma ser bastante elementar, cobra bastante gramática, mas pode ser que uma ou outra questão seja mais complexa. Em Direito o candidato deve conhecer bem o texto da lei”, diz Isis.http://bit.ly/1fn5Vnw
Segundo ela, os concurseiros devem ficar atentos já que o perfil da Vunesp tende a mudar. “Ainda é uma prova tranquila, mas estão querendo complicar um pouco”, diz.
Dica: Aposte no texto de lei e no estudo de gramática e resolva provas anteriores para perceber melhor o estilo das questões.
6) Esaf Também costuma deixar os concurseiros de cabelo em pé. Faz concursos da Fazenda e Tesouro Nacional. “É uma banca polêmica que traz temas em que não há consenso entre os doutrinadores. Diante disso, seus concursos acabam tendo volume de recursos o que pode até atrasar o andamento da seleção”, destaca Isis.
As questões são bem elaboradas e complexas, com estudo de casos em direito e cobrança da letra de lei. “Candidato tem que estar bastante preparado, porque o grau de dificuldade é de médio para alto”, diz.
Dica: Como a banca não costuma cobrar todos os itens do edital, fazer provas de concursos anteriores é uma boa maneira de direcionar seus estudos para os conteúdos que aparecem mais frequentemente, de acordo com Isis.
Fonte: Exame - http://abr.ai/12Ri9Cw
Assinar:
Postagens (Atom)
